Que eu mostro
quem sou. Que eu mostro meu som,
Descarrego a
raiva que sai do peito
Fazendo você
pensar direito,
Com a música
te mostro a verdade
Atacando sua
realidade,
De coisas fúteis
De
propagandas inúteis,
Vou
destruindo os moldes da sociedade
Que sobrevive
através da vaidade,
Sem roupas de
marcas, mas com estilo.
Vivo assim e
sou tranquilo
Tenha
consciência do meu hino,
Você é a
presa e eu o assassino
Faço política mas não sou político,
A raiva
liberta o meu senso critico.
Já fui traído
Já fui
subtraído,
Me chamaram
de louco ultrapassado,
Por buscar idéias do passado
Não se zangue,
O comunismo
tá no sangue
A minha arte
é discriminada,
É mal
considerada
Dizem que é
serviço de vagabundo,
Fale o que
quiser, não é assim que eu afundo...
Você ainda
vai me ouvir no rádio
Te destruirei
na verdade,
Então guarde
seu gládio.
Seu exército
de porcos tenta me silenciar
Com idéias
fracas impossíveis de acreditar,
Que até o Pinóquio
teria vergonha de contar.
Essa idéia
fraca não me convence
O mal nunca
vence,
Ao seu
sistema eu não vou me submeter
Nada pode me
deter.
Autor: Fábio Zacarias